Associação dos Recicladores do Estado do Rio de Janeiro
Coleta2016
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Coleta seletiva

Porque apoiar a coleta seletiva e incentivar a reciclagem?

Com um quilo de vidro quebrado, faz-se exatamente um quilo de vidro novo e a grande vantagem do vidro é que ele pode ser reciclado infinitas vezes;
 
Cada lata de alumínio reciclada economiza energia elétrica suficiente para manter uma lâmpada de 60 watts acesa por quatro horas.

Só o volume de latas de alumínio para bebidas recicladas no Brasil em 2007, cerca de 160 mil toneladas, proporcionou uma economia de 2.329 GWh/ano de energia elétrica ao País. O suficiente para abastecer, por um ano inteiro, uma cidade com mais de um milhão de habitantes, como Campinas (SP).
Poupou 800 mil toneladas de bauxita (minério do qual se obtém o alumínio), que seriam extraídos das reservas naturais brasileiras.

O plástico pode ser reciclado até oito vezes.
(Reciclar mil quilos de Plásticos evita-se à produção de 20 mil novas embalagens) substituir a mensagem do petróleo poupado.

Com a produção de papel reciclado evita-se a utilização de processos químicos, evita-se a poluição ambiental. Reduzem-se em 74% os poluentes liberados no ar e em 35% os despejados na água.
A reciclagem de mil quilos de jornais evita a emissão de 2,5 toneladas de dióxido de carbono na atmosfera.

Informação importante:
A classificação que adotamos no Brasil é regulada pela NBR 10004:2004

O objetivo é classificar os resíduos sólidos quanto a sua periculosidade, considerando os seus riscos potenciais ao meio ambiente e a saúde pública, para que possam ser gerenciados adequadamente.

 

Resíduos Classe IPerigosos
Características: inflamabilidade, corrosividade, toxidade, reatividade e patogenicidade.
Exemplos: óleo lubrificante, óleo vegetal, óleo ascarel, graxa, solventes, álcool, acetona, produtos de  limpeza, medicamentos vencidos, agrotóxicos, materiais contaminados com os citados resíduos, motor de geladeira, botijão de gás, pilhas, baterias, lâmpadas, resíduos hospitalares, resíduos químicos e outros.

Obs.: Os metais pesados são componentes tóxicos – como chumbo, mercúrio e cádmio - encontrados, por exemplo, em pilhas, baterias e lâmpadas. Esses produtos, se descartados em lixões e aterros sanitários, liberam metais pesados que contaminam o solo, os cursos d’água e os lençóis freáticos, criando situação de perigo para o homem e o meio ambiente.
 
Resíduos Classe II - Não Perigosos
A) Não inertes
Apresentam propriedades como biodegradabilidade, solubilidade ou combustibilidade.
Exemplos: certos lodos de ETE (Estação de tratamento de efluentes), matéria orgânica, papel, madeira, diversos plásticos, sucatas ferrosas, sucatas não ferrosa e outros.

B) Inertes
Não podem ser solúveis, nem inflamáveis, nem biodegradáveis, nem ter qualquer outro tipo de reação física ou química, nem afetar negativamente outras substâncias com as quais entrem em contato. Não causam danos ambientais.
Exemplos: rocha, tijolos, bloco de concreto e outros.


Fontes:
ABAL – Associação Brasileira do Alumínio
CEMPRE – Compromisso Empresarial para Reciclagem
ABRE – Associação Brasileira de Embalagens
ABIPET – Associação Brasileira da Indústria do PET
SEBRAE  - RJ
Feema – Fundação Estadual de Engenharia e Meio Ambiente (atualmente após junção da Feema, Serla e IEF foi criado o INEA – Instituto Estadual do Ambiente).

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